segunda-feira, 25 de outubro de 2021

ANTAS RENOVATIO



Pretende-se com esta iniciativa ir acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos de manutenção e restauro na Paróquia com registo de imagens.
Iniciaram na passada 2ª feira, 25-out, os trabalhos de limpeza e renovação da pintura das paredes interiores e abóbada da igreja paroquial.
A 1ª tarefa foi a montagem da estrutura de andaimes que sustentam as plataformas de trabalho e acesso às mesmas, no 1º trecho a intervencionar, mais junto ao altar. A estrutura foi concebida de modo a conciliar-se com as celebrações.

"Juntos por um Caminho Novo"

"Juntos por um Caminho Novo", o lema deste ano pastoral já se encontra bem visível à entrada da igreja.


domingo, 24 de outubro de 2021

Conselho Paroquial Pastoral (CPP)

 Ontem, 24-out, na Eucaristia das 11h00, foram apresentados os membros do Conselho Paroquial Pastoral (CPP) para este ano pastoral. Juntos rezaram a Oração pelo Sínodo.



"Eis-nos aqui, diante de Vós, Espírito Santo!
Eis-nos aqui, reunidos em vosso nome!
Só a Vós temos por Guia:
vinde a nós, ficai connosco,
e dignai-vos habitar em nossos corações.
Ensinai-nos o rumo a seguir
e como caminhar juntos até à meta.
Nós somos débeis e pecadores:
não permitais que sejamos causadores da desordem;
que a ignorância não nos desvie do caminho,
nem as simpatias humanas
ou o preconceito nos tornem parciais.
Que sejamos um em Vós,
caminhando juntos para a vida eterna,
sem jamais nos afastarmos da verdade e da justiça.
Nós vo-lo pedimos a Vós, que agis sempre em toda a parte,
em comunhão com o Pai e o Filho,
pelos séculos dos séculos.
Amen."

Cuidar a Alegria do Amor

 Encontro e Caminhada Vicarial



sábado, 23 de outubro de 2021

RESTAURO NA PARÓQUIA

 REGISTOS DE IMAGEM DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO E RESTAURO NA PARÓQUIA

Pretende-se com esta iniciativa ir acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos com registo de imagens.
Ontem, sábado 23-out, procedeu-se ao transporte da imagem de Nossa Senhora, imagem que remonta à época da antiga igreja no lugar que agora é o auditório paroquial.
A imagem foi protegida e transportada desde o coro alto da igreja paroquial, pelas escadas de acesso, até a um atelier onde vai ser restaurada.


Cuidar a Alegria do Amor

 




sexta-feira, 22 de outubro de 2021

PORTO DE PARTIDA

 PORTO DE PARTIDA: Tomada de Posse do Comité Organizador Vicarial Porto Nascente+Poente das JMJ23

Realizou-se, na passada sexta-feira, dia 22, a atividade “Porto de Partida”, onde tomaram posse os vários comités organizadores vicariais (COV) da JMJ23 da diocese do Porto, entre eles o COV Porto Nascente+Poente de que faz parte a nossa Paróquia. Os representantes da nossa Paróquia são a Maria João Schumacher e o André Bronze.
Neste encontro promovido pelo COD (Comité de Organização Diocesano), e com a presença dos bispos auxiliares D. Pio Alves e D. Vitorino Soares, o bispo do Porto D. Manuel Linda procurou dar ânimo a todos os integrantes destes novos órgãos e, lembrando S. João Paulo II, disse-lhes: “Não tenhais medo!”.
E tu jovem, estás preparado?


quinta-feira, 21 de outubro de 2021

SINODALIDADE

 A SINODALIDADE COMO ESTILO PARA UMA PERMANENTE CONVERSÃO PASTORAL

Realizou-se, ontem ao serão, a conferência com o tema “A Sinodalidade como estilo para uma permanente conversão pastoral”, proferida pelo Sr. Padre Sérgio Leal, da Diocese do Porto, especialista neste tema.
Segundo o Padre Sérgio Leal e com base na mensagem do Papa Francisco, a Sinodalidade faz-se pela ação do Espirito Santo e, sumariamente, define-se como um caminho conjunto da da Igreja, que passa por três grandes fases: a escuta, o diálogo em assembleia e a aplicação.
Este caminho leva a desafios numa sociedade com mais diversidade cultural, individualismo e subjetivismo religioso, em que a novidade da mensagem de Jesus requer fazer caminho conjunto e criatividade, sendo exemplo pleno do Jesus que caminha connosco, a passagem bíblica dos discípulos de Emaús.



terça-feira, 19 de outubro de 2021

Escutismo

Os escuteiros das Antas ficaram entre os vencedores da campanha nacional GREENCORK 2021 de recolha de rolhas de cortiça para reaproveitamento.

 Hoje partilhamos boas notícias: estes são os vencedores da campanha nacional GREENCORK 2021

👏🥳
Esta campanha de encaminhamento de rolhas de cortiça para um correto reaproveitamento permitiu a recolha de 1030 caixas de rolhas, equivalentes a 3090 kg de rolhas. 😃
🌳🌳 Graças esta recolha, serão entregues 6180 árvores ao Centro Nacional de Atividades Escutistas de Idanha-a-Nova (CNAE). Este contributo fantástico contribui para o CNE vincar o seu compromisso com a economia circular.

sábado, 16 de outubro de 2021

OBRAS NA IGREJA

Após muitos anos sem intervenção de limpeza das paredes e tectos da Igreja (com excepção do Altar Mor), chegou o momento de limpar e pintar as paredes e tectos da nossa Igreja Paroquial, incluindo o coro alto. Iremos iniciar esta obra no próximo dia 25 de outubro, segunda-feira. Pensamos que durarão cerca de 4 semanas. E quanto às celebrações da Eucaristia? Aqui fica a indicação do local de celebração das mesmas.






domingo, 26 de setembro de 2021

“Levanta-te! Juntos por um Caminho Novo”

 Hoje, 26 de setembro, na Eucaristia das 9h45, iniciou-se o novo Ano Pastoral sob o lema “Levanta-te! Juntos por um Caminho Novo”. A cerimónia contou também com um bonito apontamento de celebração de 10 anos de caminho do Padre Baptista em conjunto com os paroquianos de Santo António das Antas. Deu-se ainda as boas-vindas às crianças da Catequese, especialmente às que entraram para o 1.º ano de Catequese.





Escuteiros 391 Antas

 Neste regresso à escola e às rotinas ofereça ao seu filho(a) um desafio para a vida!

⚜
Inscreva-o nos Escuteiros! 😄 Ao fazê-lo está também a oferecer aventuras, vida ao ar livre, novas aprendizagens, amizades para vida e muita diversão… Vamos ao desafio?
Parece-lhe estranho o seu filho/a ser escuteiro/a? Esta é a melhor prenda que lhe pode dar! Já pensou nisso? ❤
Basta preencher este formulário 👉 https://forms.gle/94iELevSeHRxtMo47 👈 para que o Agrupamento mais próximo de si o contacte.



terça-feira, 7 de setembro de 2021

Escuteiros do Agrupamento 391 Antas

 A Rádio SuperFestas Bonfim em parceria com o Pelouro da Cultura da Junta de Freguesia do Bonfim, destacou algumas associações e pessoas a nível individual, que colaboraram nos últimos anos na área da Cultura e Desporto da Freguesia.

Por este motivo os Escuteiros do Agrupamento 391 Antas receberam uma medalha como agradecimento.
Parabéns aos Escuteiros das Antas!



domingo, 11 de julho de 2021

Ordenação sacerdotal do Diácono Leonel Rocha



ORDENAÇÕES 2021- Leonel Rocha, Seminário Maior do Porto
Dia 11 de julho, na Catedral do Porto (na Igreja de S. Lourenço - “Grilos”), será ordenado sacerdote o nosso Diácono Leonel. É uma grande alegria para todos nós festejarmos este momento tão especial. A Paróquia das Antas está a preparar uma oferta para assinalar este dia. Pensamos que, para quem vai iniciar a sua vida sacerdotal e paroquial, a oferta mais indicada seria uma oferta monetária dentro das possibilidades de cada um. Assim, quem puder e quiser, poderá fazer a oferta directamente ao Diácono Leonel ou junto da secretarial paroquial. A “missa nova” será no dia 18 de julho, nesta Igreja das Antas, às 11h00. Segue o link para poderem acompanhar a transmissão, uma vez que a Igreja terá lugares limitados:
P. José Baptista



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Voz Portucalense
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Oito novos sacerdotes da Diocese do Porto serão ordenados no domingo, 11 de julho, pelas 16h00, na Igreja de S. Lourenço (Grilos). Entre eles, será ordenado o Leonel Rocha, 34 anos, nosso paroquiano e que estagiou connosco durante três anos.
A Voz Portucalense publica os testemunhos dos oito sacerdotes. Aqui registamos o testemunho dado pelo Leonel.
«Quando é que o seu amor a Cristo passou a ser chamamento para a vida sacerdotal?
R: Não há uma teofania. É uma sede que se vai sentindo aumentar até ao nível da desidratação. Aí, não dá mais para recusar. Necessito de beber da água! Assumo a dificuldade em dizer que fui protelando a decisão. Todos temos o nosso timing. Este, quero crer, é o que Deus quis! Há nesta escolha pelo sacerdócio ministerial algo de paradoxal. É uma espécie de egoísmo altruísta. Sigo por este caminho na busca da minha felicidade. No entanto, esta felicidade alicerça-se no amor a Cristo e à Igreja e concretiza-se no desempenho amoroso pelo outro.
Como foi o seu percurso de vida até chegar ao Seminário?
R: Cresci como qualquer outro rapaz sem a mais pálida ideia de que um dia chegaria ao Seminário. Nasci em Aguiar de Sousa e ainda enquanto adolescente aconteceu a mudança de residência para a cidade do Porto. Estudei. Experimentei o mundo do trabalho. Possuía plena consciência de que não me sentia realizado e feliz no empenho das minhas energias e tempo. Esta inquietação constante manteve-me alerta. Ia presenciando a alegria invasora na vida de cada amigo que encontrava o seu caminho. Isso dava-me alento. Também eu encontraria o meu. Era uma questão de tempo. Não minto, é preciso coragem para dar os passos necessários. Por vezes hiperbolizamos os receios. Mas, quando olhamos para trás, percebemos que a única hipérbole foi a da bondade de Deus para connosco manifestada através daqueles que nos ajudaram a chegar aqui.
Para si o que é ser padre hoje?
R: A pergunta leva-nos para um universo mais complexo do que aquele que parece à priori. A Igreja que precisamos e discernimos para o mundo de hoje é que vai definindo o perfil do padre hodierno. Não pode partir de um projeto pessoal. O tempo que nos foi dado viver é específico demais para se compadecer com soluções do passado. Diria que terá de ser um homem atento às mudanças, ao mundo, às pessoas e a Deus. Um homem livre. Arejado. Sem medos. Que procura a santificação e que seja sinal da presença de Jesus.»
Voz Portucalense

sábado, 10 de julho de 2021

Caminho de Santiago 2021

 


sexta-feira, 18 de junho de 2021

NOS PASSOS DE SANTO ANTÓNIO

“Nos passos de Santo António”
18 de junho, às 21h30 , na Igreja


Exibição de um documentário com apresentação do escritor Gonçalo Cadilhe, autor do livro de “Nos passos de Santo António”.
«Nos Passos de Santo António é um documentário que resulta da adaptação do livro homónimo de Gonçalo Cadilhe, publicado em finais de 2016, que cruza viagens, história da Europa, depoimentos académicos e teológicos, e uma forma leve e agradável de divulgar as raízes da nossa identidade cultural e das do Padroeiro popular de Lisboa.
A vida de Santo António permite uma grande história, uma grande viagem e um grande documentário de viagens, não apenas nos lugares físicos por onde passou, mas também pelo tempo em que viveu.» (RTP)


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Andarilho da fé, Santo António hoje vive em cada imigrante
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Quando olhamos para a biografia de Santo Antônio de Pádua, cujos 790 anos de morte celebramos neste dia 13, é impossível não atentar para o fato de que ele foi um andarilho da fé, um evangelizador que não tinha receio de ir ao encontro do povo. Ou melhor: dos povos, pois sua pregação parecia desconhecer barreiras de língua e conseguia abarcar diferentes espectros culturais.
Era um mundo de distâncias muito maiores, aquele dos anos 1200. As fronteiras não tinham definições claras, países como a Itália não existiam em suas configurações atuais - eram um amontoado de feudos, burgos, pequenos Estados independentes, reinos esparsos - e, claro, tanto os meios de transporte quanto as malhas viárias estavam em patamares bastante precários.
Durante dois anos, refiz boa parte dos passos antonianos. Estava eu empenhado em procurar evidências biográficas desse sacerdote franciscano nascido em Portugal que encantava multidões na Europa do século 13 e acabou se tornando o santo de predileção dos brasileiros. O resultado de minha peregrinação está no livro ‘Santo António: A história do intelectual português que se chamava Fernando, quase morreu na África, pregou por toda a Itália, ganhou fama de casamenteiro e se tornou o santo mais querido do Brasil’, recém-lançado pela editora Planeta.
Gostaria de atentar para as andanças de António porque vejo em sua história também a representação de uma das imagens do mundo contemporâneo: conforme dados de 2019, pouco antes da pandemia de covid-19, 272 milhões de pessoas do planeta são imigrantes, ou seja, vivem fora do país onde nasceram.
Uma parcela significativa deste grupo, é claro, tornou-se estrangeiro por opção e é formada por pessoas que acreditam estar experimentando um padrão de vida mais interessante do que o oferecido por suas nações originais. A maior parte, contudo, é feita daqueles que emigraram forçados por uma crise: enfrentando adversidades, muitas vezes atravessando viagens precárias, não poucas vezes chegando ao novo país sem nenhum preparo e sem nada além da roupa do corpo.
É uma tragédia humanitária. A despeito de todo o sofrimento já inerente à situação, esses são os imigrantes mais sujeitos a xenofobias, perseguições políticas, religiosas e ideológicas, subempregos e toda a sorte de dificuldades de adaptação.
Desde que assumiu o pontificado, Papa Francisco, ciente do contexto socioeconômico global, tem dedicado gestos e palavras a essa questão. Não foi à toa que sua primeira viagem oficial, em julho de 2013, foi à ilha de Lampedusa, no sul da Itália — local de dramáticas, e frequentemente trágicas, cenas de imigrantes ilegais que se aventuram a cruzar o Mediterrâneo para adentrar o continente europeu.
Em mensagem divulgada recentemente, Francisco registrou, “a todos os homens e mulheres da Terra”, seu “apelo a caminharem juntos rumo a um nós cada vez maior, a recomporem a família humana, a fim de construirmos em conjunto o nosso futuro de justiça e paz, tendo o cuidado de ninguém ficar excluído”.
O papa lembrou que o futuro das sociedades precisa ser “a cores”: “enriquecido pela diversidade e as relações interculturais”. “Por isso, hoje, devemos aprender a viver, juntos, em harmonia e paz”, disse.
Francisco ecoa Pentecostes, quando as pessoas de Jerusalém — não importava quais as etnias, quais as origens, pois Jerusalém já era naquela época um caldo sociocultural —, todas conseguiam entender “as maravilhas de Deus”, segundo narração dos Atos dos Apóstolos.
Francisco pede esse “ideal da nova Jerusalém”, um tempo-espaço “onde todos os povos se encontram unidos, em paz e concórdia, celebrando a bondade de Deus e as maravilhas da criação”. Mas sabe que, sobretudo em tempos bicudos, quando as muralhas do preconceito são alimentadas com tijolos do reacionarismo, das ideologias cegas, da desinformação sistemática e da polarização exacerbada, não é nada simples alcançar esse ideal. “[…] devemos todos empenhar-nos por derrubar os muros que nos separam e construir pontes que favoreçam a cultura do encontro, cientes da profunda interconexão que existe entre nós”, clama o pontífice. “Nesta perspectiva, as migrações contemporâneas oferecem-nos a oportunidade de superar os nossos medos para nos deixarmos enriquecer pela diversidade do dom de cada um. Então, se quisermos, poderemos transformar as fronteiras em lugares privilegiados de encontro, onde possa florescer o milagre de um nós cada vez maior.”
Oitocentos anos atrás, mesmo com as dificuldades de um mundo desconectado, o frade franciscano António foi isso. Pregador itinerante, ele se fez estrangeiro o tempo todo. E sempre soube, ao mesmo tempo, olhar com ternura para o estrangeiro, porque via no diferente a beleza da criação, a grandeza de Deus. Rapidamente dominava os dialetos e as línguas que se lhe apresentavam, com uma erudição que não se permitia petulante; ao contrário, era leve e carismática. Imagino que ele fosse um homem de sorriso franco e sincero, que transpirasse bom-humor — similar ao jeitão característico de papa Francisco.
Considerando apenas os registros que podem ser comprovados de alguma forma, contabilizei 37 localidades por onde esteve Santo António em seus cerca de 40 anos de vida. Tendo como parâmetro a configuração geográfica contemporânea, ele andou por países como seu Portugal natal, Marrocos, França e, sobretudo, Itália. Mas não me espantaria em saber que tivesse avançado por terras onde hoje fica a Suíça, a Alemanha, a Áustria ou mesmo a Eslovénia de onde escrevo estas linhas.
Fato é que em vários cantos desse longínquo mundo de oito séculos atrás, António foi forasteiro, estrangeiro, imigrante. Diferente. E se ele, sempre avesso a armas ou qualquer tipo de guerra, nem sempre foi bem-recebido, é de se admirar os esforços que empregou em se comunicar — tanto é que sua mensagem proliferou e resistiu ao crivo do tempo.
Por que tudo isso? Para mim, a resposta está não na santidade, mas na humanidade. António queria ver o outro, porque o outro sempre encantou as pessoas com alma aberta. A santidade foi consequência dessa postura, em seu caso.
E a lição mais proeminente dessa biografia tão singular, uma espécie de puxão de orelhas que fica para nós, seres humanos do século 21 é a importância de olhar, não com desdém, mas com respeito, acolhimento e — por que não? — admiração para o outro, o diferente de nós. É a cultura do encontro, intensamente pedida pelo papa Francisco.
Os xenófobos de plantão podem não gostar disso, principalmente quando pretendem se considerar católicos. Mas Santo António hoje está no rosto de cada um dos quase 300 milhões de imigrantes espalhados pelo planeta.
* Jornalista e escritor brasileiro, Edison Veiga

domingo, 13 de junho de 2021

RECOLHA DO PÃO DE SANTO ANTÓNIO

 RECOLHA DO PÃO DE SANTO ANTÓNIO - GÉNEROS ALIMENTARES EM 13-JUN À ENTRADA DA IGREJA

A história do «pão de SANTO ANTÓNIO» pode remontar aos tempos medievais,época em que o monge/santo ainda era vivo e se preocupava com os mais desafortunados,foi-se replicando e aumentando pelos séculos que se lhe seguiram.
Assim reza a história...
O monge ANTÓNIO distribuiu todos os pães que existiam no convento pelos pobres que aí tinham acorrido em busca de auxílio.
À hora do almoço foi confrontado pelo frade da cozinha,aflito,porque não encontrou nenhum pão para colocar na mesa.
O santo pediu-lhe para procurar novamente.
Quando regressou vinha surpreso,porque encontrou cestos a transbordar de pão que permitiu alimentar monges e necessitados...



QUADRAS A SANTO ANTÓNIO

Em altura de festa de Santos Populares, convidamos todos a fazer quadras a Santo António. Poderão ser entregues, o mais tardar até 13 de junho, na secretaria paroquial ou publicadas na nossa página do Facebook (em comentário a este post) ou ainda enviadas em anexo de e-mail para o endereço folhadom@gmail.com. As quadras também poderão ser vistas na página de entrada do site da Paróquia, em www.paroquia-antas.pt


Saltei um dia a fogueira
pensando que me queimava
hoje vejo com saudade
que queimei quem tanto amava
Aurora Coelho

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Paróquia das Antas formada,
Do Porto és património!
O santo que abençoou:
O patrono Santo António!
Sérgio Silva

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Meu Santo António
Meu Santo Antoninho
Leva-me pelo bom caminho
Sempre acompanhado de um bom copo de vinho.
Silva Quintas

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Santo António de Lisboa
-É nosso! - dizem os de Pádua também.
Protege e dá vida boa
A todos, que te pedem por bem.

Teresa Monteiro

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É das Antas o Santo António,
Onde fiz a Comunhão!
Sempre nos abriga em seus braços,
E nos aquece o coração!

Alberto Leandro
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Meu querido Santo António
O Santo dos milagres.
Peço - lhe um favor, curamos da pandemia, que já chega de horrores!

Mena Rocha
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Santo António és o primeiro ,dos nossos Santos Populares,dá saúde ao mundo inteiro e amor em nossos lares 

Emilia Sousa
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Meus queridos Santos Populares
Eu vos rogo com fervor
Levai para bem longe a pandemia
E deixai nos viver sem temor!

Olga Coutinho Fernandes

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No Centro Social das Antas,
onde há tanta juventude,
os utentes são como plantas,
a espalhar a sua saúde.
Se a noiva queres achar,
vai ao Centro Social das Antas,
há Sardinha para amar,
e é alegria até às tantas.
Na noite de Santo António,
uma sardinha a pingar no pão,
faz-se um grande pandemónio,
e a seguir vamos ao São João.
Vamos todos dançar e cantar,
que é um dia de folia,
O Santo António vai casar,
O Manuel com a Maria.

Utentes do CSAntas

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Meu rico St°António me dá um arquinho e um balão para poder ir contigo ao S.João.



Luisa Adriana Guimaraes

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Ou meu rico Sto.António Arranja-me um maridinho P’ra poder folgar um pouco,
enquanto ele põe os pés ao caminho

Marina Celeste

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O meu rico santo António o meu santo padroeiro danos algum trabalho para ter-nos algum dinheiro

Beatriz Esteves
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Santo Antônio de Lisboa nos tire desta agonia faça um milagre e acabe com a pandemia

Fatima Marques