quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Lema para a caminhada quaresmal deste ano: "Todos juntos na arca da Aliança"

 

DIOCESE DO PORTO | CAMINHADA DA QUARESMA À PÁSCOA DE 2021
TODOS FAMÍLIA, TODOS IRMÃOS:
TODOS JUNTOS NA ARCA DA ALIANÇA
A nossa Diocese do Porto deseja percorrer, em família e com as famílias, este caminho para a Páscoa de 2021. Com as restrições da pandemia, é sobretudo na casa de cada família que o
queremos fazer. Se o fizermos todos juntos, sentiremos como cada comunidade cristã, apesar da dispersão, não deixará de viver e de crescer como uma verdadeira família de famílias.
Convidamos, pois, cada família a tornar-se verdadeira e pequenina igreja doméstica, lugar onde pais e filhos, netos e avós, crianças e jovens, adultos e idosos, todos juntos, se sentem todos importantes, todos a cuidar de todos, todos unidos em oração, por uma Aliança de amor divino, que nos abarca e abraça a todos. O que nos é sugerido, na prática, para esta caminhada?
É muito simples. Tomemos nota, por favor:
1. Vamos criar em nossa casa um cantinho de oração. Em cada domingo (ou noutro dia da semana) ser-nos-á proposto um tempo de oração, para uma Liturgia Familiar e para a bênção da mesa. No site da Diocese encontraremos os recursos.
2. Coloquemos lá, no cantinho de oração, e para começar, além da Cruz, uma arca: esta lembra-nos a arca da Aliança, que podemos, desde já, começar a construir, aproveitando materiais variados (caixas de vinho, caixas de sapatos, guarda-joias e outros materiais
reciclados ou reutilizados, etc.).
3. Dentro da arca, colocamos, desde o início, nove papiros (rolinhos de papel), onde estão inscritos os tesouros de cada Domingo da Quaresma e de cada um dos dias do Tríduo Pascal.
4. Em cada domingo (ou noutro dia da semana) e nos dias do Tríduo Pascal, deverá retirar-se da arca o respetivo papiro. Em família, escolheremos um objeto associado ao tesouro da
semana e colocá-lo-emos junto da arca, no cantinho da oração. Apresentamos algumas sugestões como exemplo e estímulo.
5. Além da oração e de algum gesto simbólico, para cada semana ou dia do Tríduo Pascal são propostas algumas atitudes concretas que nos ajudem a viver todos juntos em Aliança.
6. Desde a Quarta-Feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, podemos elaborar um plano de privação de bens (de jejum e abstinência), cuja poupança reverta para alguma boa obra
(social, cultural ou espiritual) ou para o contributo penitencial proposto pela nossa Diocese do Porto.
7. Enquanto não for possível participar presencialmente na Eucaristia, podemos e devemos santificar sempre o domingo, com algum momento de oração, de celebração da liturgia familiar, de realização de obras de caridade. Podemos também acompanhar a transmissão da celebração da Eucaristia, pela TV ou pelas redes sociais. Também pelas redes sociais da nossa Diocese, das suas paróquias, dos seus jornais e instituições, iremos partilhando materiais e registos das iniciativas a realizar ou já vividas.
O mais importante é caminharmos juntos, em direção à Páscoa, para que a nossa Aliança com Deus se renove a partir de um coração novo, de uma vida nova, de famílias novas, que são a
esperança de um mundo renovado.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

O PORTO É LINDO DE MORRER

 Igreja Paroquial Santo Antônio das Antas, Porto, Portugal. Estilo clássico. Pedra fundamental data de 13 de junho de 1948.



A 13 de Junho de 1938, na nossa “mui nobre e leal cidade do Porto”, por decreto episcopal de D. António Augusto de Castro Meireles, era criada a Paróquia de Santo António das Antas, cujo primeiro Pároco foi o Padre Crispim Gomes Leite.
Três anos mais tarde, o saudoso Padre Joaquim Teixeira Carvalho de Sousa foi nomeado Pároco desta Paróquia, ministério que exerceu até à data do seu falecimento, em 22 de Dezembro de 2003. Por orientação sua, foi erigida a actual Igreja de Santo António das Antas, obra que se iniciou com a bênção da primeira pedra em 13 de Junho de 1948. Seis anos mais tarde, quando a Igreja ainda “sem frontaria, paredes nuas e descarnadas, sem torre, sem residência paroquial, com portas e soalho de pinho, com altares velhos, com o coro tapado por tijolo” foi benzida e nela se iniciou o culto paroquial, o então Abade das Antas apelava à boa-vontade dos paroquianos, para concluir as obras em falta: “Quero deixar aqui o meu agradecimento a quantos levantaram esta obra, e fazer votos para que dentro de breve tempo não haja nenhum paroquiano que não tenha na sua Igreja Paroquial sangue do que lhe gira nas veias...”
Depois que o Cónego Joaquim partiu para a Casa do Pai, foi nomeado nosso Pároco, por D. Armindo Lopes Coelho, o Padre António José Rodrigues Bacelar. Foi ele o impulsionador das Obras de Reformulação realizadas em diversos espaços da Igreja, nomeadamente, nas Capelas Mortuárias, na Sacristia, na Secretaria e outros locais de apoio ao culto, recentemente concluídas. No entanto, os elevados custos associados a esta intervenção, que a todos veio beneficiar, só poderão ser pagos, uma vez mais, com a generosidade dos paroquianos, especialmente inspirados à partilha, nesta quadra, pela graça de Santo António.
A Paróquia não se limita a ser uma delimitação geográfica, é antes um espaço de relação entre os cristãos que a formam, e que se sentem unidos, acima de tudo, pelo amor a Cristo.
Cristo quer que nos amemos uns aos outros, como Ele nos ama e como ama a Sua Igreja. Por isso, convida-nos a participar na Santa Missa, a oração por excelência, que alimenta e renova a Fé de todos, manifestada em cada um segundo os seus próprios dons.
Na nossa Igreja das Antas, celebra-se diariamente a Eucaristia, que é o coração da Igreja viva e fonte de evangelização cristã.
Agradecemos a Deus por esta Igreja de pedras onde nós, Igreja de homens, nos reunimos para Lhe falar e para O receber. E para o fazer, repetimos as palavras do Pároco que, há sessenta anos, mandou edificar este Templo:
“Oh! bendita seja a nossa querida Igreja de Santo António das Antas.
Que o Senhor seja louvado, porque no-la deu e que Ela continue a ser - cada vez mais - um verdadeiro lar para todos nós.”

sábado, 13 de fevereiro de 2021

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO


PARA A QUARESMA DE 2021

«Vamos subir a Jerusalém...» (Mt 20, 18).
Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade.
Queridos irmãos e irmãs!
Jesus, ao anunciar aos discípulos a sua paixão, morte e ressurreição como cumprimento da vontade do Pai, desvenda-lhes o sentido profundo da sua missão e convida-os a associarem-se à mesma pela salvação do mundo.
Ao percorrer o caminho quaresmal que nos conduz às celebrações pascais, recordamos Aquele que «Se rebaixou a Si mesmo, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz» (Flp 2, 8). Neste tempo de conversão, renovamos a nossa fé, obtemos a «água viva» da esperança e recebemos com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo. Na noite de Páscoa, renovaremos as promessas do nosso Batismo, para renascer como mulheres e homens novos por obra e graça do Espírito Santo. Entretanto o itinerário da Quaresma, como aliás todo o caminho cristão, já está inteiramente sob a luz da Ressurreição que anima os sentimentos, atitudes e opções de quem deseja seguir a Cristo.
O jejum, a oração e a esmola – tal como são apresentados por Jesus na sua pregação (cf. Mt 6, 1-18) – são as condições para a nossa conversão e sua expressão. O caminho da pobreza e da privação (o jejum), a atenção e os gestos de amor pelo homem ferido (a esmola) e o diálogo filial com o Pai (a oração) permitem-nos encarnar uma fé sincera, uma esperança viva e uma caridade operosa.
1. A fé chama-nos a acolher a Verdade e a tornar-nos suas testemunhas diante de Deus e de todos os nossos irmãos e irmãs
Neste tempo de Quaresma, acolher e viver a Verdade manifestada em Cristo significa, antes de mais, deixar-nos alcançar pela Palavra de Deus, que nos é transmitida de geração em geração pela Igreja. Esta Verdade não é uma construção do intelecto, reservada a poucas mentes seletas, superiores ou ilustres, mas é uma mensagem que recebemos e podemos compreender graças à inteligência do coração, aberto à grandeza de Deus, que nos ama ainda antes de nós próprios tomarmos consciência disso. Esta Verdade é o próprio Cristo, que, assumindo completamente a nossa humanidade, Se fez Caminho – exigente, mas aberto a todos – que conduz à plenitude da Vida.
O jejum, vivido como experiência de privação, leva as pessoas que o praticam com simplicidade de coração a redescobrir o dom de Deus e a compreender a nossa realidade de criaturas que, feitas à sua imagem e semelhança, n'Ele encontram plena realização. Ao fazer experiência duma pobreza assumida, quem jejua faz-se pobre com os pobres e «acumula» a riqueza do amor recebido e partilhado. O jejum, assim entendido e praticado, ajuda a amar a Deus e ao próximo, pois, como ensina São Tomás de Aquino, o amor é um movimento que centra a minha atenção no outro, considerando-o como um só comigo mesmo [cf. Enc. Fratelli tutti 😊 FT), 93].
A Quaresma é um tempo para acreditar, ou seja, para receber a Deus na nossa vida permitindo-Lhe «fazer morada» em nós (cf. Jo 14, 23). Jejuar significa libertar a nossa existência de tudo o que a atravanca, inclusive da saturação de informações – verdadeiras ou falsas – e produtos de consumo, a fim de abrirmos as portas do nosso coração Àquele que vem a nós pobre de tudo, mas «cheio de graça e de verdade» (Jo 1, 14): o Filho de Deus Salvador.
2. A esperança como «água viva», que nos permite continuar o nosso caminho
A samaritana, a quem Jesus pedira de beber junto do poço, não entende quando Ele lhe diz que poderia oferecer-lhe uma «água viva» (cf. Jo 4, 10-12); e, naturalmente, a primeira coisa que lhe vem ao pensamento é a água material, ao passo que Jesus pensava no Espírito Santo, que Ele dará em abundância no Mistério Pascal e que infunde em nós a esperança que não desilude. Já quando preanuncia a sua paixão e morte, Jesus abre à esperança dizendo que «ressuscitará ao terceiro dia» (Mt 20, 19). Jesus fala-nos do futuro aberto de par em par pela misericórdia do Pai. Esperar com Ele e graças a Ele significa acreditar que, a última palavra na história, não a têm os nossos erros, as nossas violências e injustiças, nem o pecado que crucifica o Amor; significa obter do seu Coração aberto o perdão do Pai.
No contexto de preocupação em que vivemos atualmente onde tudo parece frágil e incerto, falar de esperança poderia parecer uma provocação. O tempo da Quaresma é feito para ter esperança, para voltar a dirigir o nosso olhar para a paciência de Deus, que continua a cuidar da sua Criação, não obstante nós a maltratarmos com frequência (cf. Enc. Laudato si’, 32-33.43-44). É ter esperança naquela reconciliação a que nos exorta apaixonadamente São Paulo: «Reconciliai-vos com Deus» (2 Cor 5, 20). Recebendo o perdão no Sacramento que está no centro do nosso processo de conversão, tornamo-nos, por nossa vez, propagadores do perdão: tendo-o recebido nós próprios, podemos oferecê-lo através da capacidade de viver um diálogo solícito e adotando um comportamento que conforta quem está ferido. O perdão de Deus, através também das nossas palavras e gestos, possibilita viver uma Páscoa de fraternidade.
Na Quaresma, estejamos mais atentos a «dizer palavras de incentivo, que reconfortam, consolam, fortalecem, estimulam, em vez de palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam» (FT, 223). Às vezes, para dar esperança, basta ser «uma pessoa amável, que deixa de lado as suas preocupações e urgências para prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença» (FT, 224).
No recolhimento e oração silenciosa, a esperança é-nos dada como inspiração e luz interior, que ilumina desafios e opções da nossa missão; por isso mesmo, é fundamental recolher-se para rezar (cf. Mt 6, 6) e encontrar, no segredo, o Pai da ternura.
Viver uma Quaresma com esperança significa sentir que, em Jesus Cristo, somos testemunhas do tempo novo em que Deus renova todas as coisas (cf. Ap 21, 1-6), «sempre dispostos a dar a razão da [nossa] esperança a todo aquele que [no-la] peça» (1 Ped 3, 15): a razão é Cristo, que dá a sua vida na cruz e Deus ressuscita ao terceiro dia.
3. A caridade, vivida seguindo as pegadas de Cristo na atenção e compaixão por cada pessoa, é a mais alta expressão da nossa fé e da nossa esperança
A caridade alegra-se ao ver o outro crescer; e de igual modo sofre quando o encontra na angústia: sozinho, doente, sem abrigo, desprezado, necessitado... A caridade é o impulso do coração que nos faz sair de nós mesmos gerando o vínculo da partilha e da comunhão.
«A partir do “amor social”, é possível avançar para uma civilização do amor a que todos nos podemos sentir chamados. Com o seu dinamismo universal, a caridade pode construir um mundo novo, porque não é um sentimento estéril, mas o modo melhor de alcançar vias eficazes de desenvolvimento para todos» (FT, 183).
A caridade é dom, que dá sentido à nossa vida e graças ao qual consideramos quem se encontra na privação como membro da nossa própria família, um amigo, um irmão. O pouco, se partilhado com amor, nunca acaba, mas transforma-se em reserva de vida e felicidade. Aconteceu assim com a farinha e o azeite da viúva de Sarepta, que oferece ao profeta Elias o bocado de pão que tinha (cf. 1 Rs 17, 7-16), e com os pães que Jesus abençoa, parte e dá aos discípulos para que os distribuam à multidão (cf. Mc 6, 30-44). O mesmo sucede com a nossa esmola, seja ela pequena ou grande, oferecida com alegria e simplicidade.
Viver uma Quaresma de caridade significa cuidar de quem se encontra em condições de sofrimento, abandono ou angústia por causa da pandemia de Covid-19. Neste contexto de grande incerteza quanto ao futuro, lembrando-nos da palavra que Deus dera ao seu Servo – «não temas, porque Eu te resgatei» (Is 43, 1) –, ofereçamos, juntamente com a nossa obra de caridade, uma palavra de confiança e façamos sentir ao outro que Deus o ama como um filho.
«Só com um olhar cujo horizonte esteja transformado pela caridade, levando-nos a perceber a dignidade do outro, é que os pobres são reconhecidos e apreciados na sua dignidade imensa, respeitados no seu estilo próprio e cultura e, por conseguinte, verdadeiramente integrados na sociedade» (FT, 187).
Queridos irmãos e irmãs, cada etapa da vida é um tempo para crer, esperar e amar. Que este apelo a viver a Quaresma como percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens, nos ajude a repassar, na nossa memória comunitária e pessoal, a fé que vem de Cristo vivo, a esperança animada pelo sopro do Espírito e o amor cuja fonte inexaurível é o coração misericordioso do Pai.
Que Maria, Mãe do Salvador, fiel aos pés da cruz e no coração da Igreja, nos ampare com a sua solícita presença, e a bênção do Ressuscitado nos acompanhe no caminho rumo à luz pascal.
Roma, em São João de Latrão, na Memória de São Martinho de Tours, 11 de novembro de 2020.
Francisco

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Transmissão das celebrações em direto por via digital


 

Respondendo ao apelo da Conferência Episcopal Portuguesa para a possibilidade de transmissão das celebrações em direto por via digital,

informamos que iremos transmitir em direto às terças e quintas a Eucaristia das 19h15 tal como acontece na Eucaristia Dominical das 11h00.
Poderá acompanhar online e em direto a Eucaristia de amanhã usando o seguinte link:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa (c/áudio)

http://www.conferenciaepiscopal.pt/.../comunicado-da.../



1. Tendo consciência da extrema gravidade da situação pandémica que estamos a viver no nosso País, consideramos que é um imperativo moral para todos os cidadãos, e particularmente para os cristãos, ter o máximo de precauções sanitárias para evitar contágios, contribuindo para ultrapassar esta situação.
2. Nesse sentido, embora lamentando fazê-lo, a Conferência Episcopal Portuguesa determina a suspensão da celebração “pública” da Eucaristia a partir de 23 de janeiro de 2021, bem como a suspensão de catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto, até novas orientações. As Dioceses das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira darão orientações próprias.
3. Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas, transmitidas em direto por via digital.
4. As exéquias cristãs devem ser celebradas de acordo com as orientações da Conferência Episcopal de 8 de maio de 2020 e das autoridades competentes.
5. Exprimimos especial consideração, estima e gratidão a quantos, na linha da frente dos hospitais e em todo o sistema de saúde, continuam a lutar com extrema dedicação para salvar as vidas em risco. Que Deus abençoe este inestimável testemunho de humanidade e generosidade e que eles possam contar com a solidariedade coerente e responsável de todos os cidadãos, a fim de que, com a colaboração de todos, possamos superar esta gravíssima crise e construir um mundo mais solidário, fraterno e responsável.
6. Pedimos que, a nível individual, nas famílias e nas comunidades, se mantenha uma atitude de constante oração a Deus pelas vítimas mortais da pandemia, pedindo ao Senhor da Vida que os acolha nos seus braços misericordiosos, e manifestamos o nosso apoio fraterno aos seus familiares em luto.
Lisboa, 21 de janeiro de 2021

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

 CONCERTO DE REIS ONLINE

No dia 6 de janeiro de 2021 (quarta-feira), pelas 21h30, será transmitido online o
Concerto de Reis da Paróquia de Santo António das Antas, através do canal do youtube.
Pode assistir através do link https://youtu.be/7doJRe7AvV8



sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Natal 2020





 Caros Paroquianos,

Vimos convidar-vos a participarem por telemóvel, computador, tablet... na
Reunião zoom : Natal 2020 - Comunidade Paróquia Santo António das Antas
Será hoje dia 25 dez 2020 às 15:30 e terá uma duração de 10 a 15 minutos.
Será um momento de união da nossa comunidade para ouvir do Pe Baptista a mensagem de Natal da equipa sacerdotal.
Entrar na reunião Zoom




Natal do Senhor


 


Natal do Senhor 25/12/2020

GLÓRIA A DEUS NOS CÉUS E NA TERRA

“Não sei
Não digo
Existe em outro lugar tamanho bem?”
Tolentino de Mendonça


Deus está infinitamente além de tudo o que possamos imaginar. Estamos permanentemente em busca, sedentos de amor e de verdade. Somos, assim, “peregrinos de confiança”.
Não cessa de nos comover o facto de Deus Se ter feito menino, para que pudéssemos amá-Lo, para que ousássemos amá-Lo. Como menino coloca-Se confiadamente em nossas mãos.
Um Santo Natal.

P. José Baptista



quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Eucaristias Dias Festivos


Todos Irmãos, todos de Casa



segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Partilha da Luz da Paz de Belém



No dia 21 de dezembro, os Escuteiros das Antas partilharão a Luz da Paz de Belém com a comunidade paroquial. Luz que tem percorrido vários quilómetros, de candeia em candeia, desde a Terra Natal de Jesus Cristo.
A partilha terá início na Eucaristia das 19h15 e decorrerá até às 22h00.
Para transportarem a luz para o vosso Lar, deverão trazer uma vela e uma candeia.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Parabéns Pe Baptista!!!


Um dia cheio de alegrias e votos de muita saúde.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

“Os nossos presépios” - exposição virtual



Recordam-se do lema do ano passado? Era “Presépio, lugar de encontro para todos!”.
Neste contexto singular de pandemia, pedimos auxílio ao Espírito Santo para promover novas formas de encontro e assim propomos à comunidade paroquial o seguinte desafio:
A construção de um presépio em casa, no qual coloquem o vosso espírito natalício e criatividade, (a avaliar pelo nível do ano passado, teremos excelentes presépios!) e o envio de uma foto do presépio, através de uma das seguintes alternativas:
1. Publicar a foto anexando-a como “Comentário” desta publicação
ou
2. Enviar em anexo de e-mail para o endereço folhadom@gmail.com
As fotos dos presépios também poderão ser vistas na página de entrada do site da Paróquia, em www.paroquia-antas.pt

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Advento e Natal «Todos Irmãos, todos de Casa»


Caríssimos paroquianos,

Encontramo-nos no início do Advento deste marcante ano de 2020 e - independentemente das dúvidas sobre o “onde” se celebra, este ano, o Natal - importa focarmo-nos em “quem” o celebra e “porque” o celebra. Por isso, e com este pensamento no coração, nos atrevemos a dizer que o maior foco continua a ser a luz do próprio Menino Jesus, que se acende em cada Natal dentro de cada um de nós, ainda que seja grande o “vendaval” que por estes dias acontece em todo o Mundo, abalando profundamente as nossas comunidades e famílias.
A Paróquia, adaptando-se às atuais circunstâncias, convida esta comunidade que está nas Antas a continuar presente e unida, através de quatro propostas que querem fazer parte da resposta ao “como” podemos nós viver, em conjunto, o Advento e o Natal deste ano.
Bom Advento para todos!

“Também estamos aqui” - placard com fotos

A situação que vivemos levou a que nos víssemos impossibilitados de estar presencialmente juntos nas nossas celebrações, primeiro por uma imposição feita a todos, depois por diversos condicionamentos que continuaram a ditar ou a recomendar a ausência física de muitos.
Esta ausência não significa, no entanto, uma não participação desses membros da comunidade na vida da Igreja. De igual modo, não corresponde, nem poderá corresponder, a serem esquecidos pelos que têm a possibilidade de - também fisicamente - participarem das celebrações.
A nossa Igreja é Casa de toda a comunidade, onde ninguém é esquecido, sendo especial e carinhosamente recordados os que continuam impedidos de participarem presencialmente nos momentos de encontro e, em particular, nas Eucaristias.
Com o intuito de tornar mais presentes aqueles que, pelas circunstâncias, estão privados dessa vivência e participação, propomos um gesto simbólico como forma de todos nos mantermos ligados uns aos outros, na casa de Deus.
No fundo da Igreja, vamos colocar um placard onde cada um que assim o deseje poderá colocar uma fotografia sua ou de um familiar a viver algum impedimento. Podemos ter alguém que coloca a foto dos avós, ou da mãe, ou de um tio, citando apenas alguns exemplos. Assim, pode ser o próprio ou podem ser os familiares a trazer e a afixar a fotografia de quem, nos momentos de reunião comunitária, não possa comparecer, de modo que essa pessoa se saiba mais presente e para que assim seja também mais sentida pela sua comunidade.
Não devemos encarar esta proposta como uma exposição fotográfica mas antes dar-lhe um sentido profundo pois, ainda que possamos estar fisicamente mais distantes, através das fotografias, estamos mais unidos e presentes, somos uma comunidade em diálogo e em comunhão.
Esperamos que sejam muitos os rostos que vão ali surgir para nos receber e dizer: “Eu sou um teu irmão/ tua irmã desta Casa e estou aqui presente”.

“Os nossos presépios” - exposição virtual

Recordam-se do lema do ano passado? Era “Presépio, lugar de encontro para todos!”.
Neste contexto singular de pandemia, pedimos auxílio ao Espírito Santo para promover novas formas de encontro e assim propomos à comunidade paroquial o seguinte desafio:
A construção de um presépio em casa, no qual coloquem o vosso espírito natalício e criatividade, (a avaliar pelo nível do ano passado, teremos excelentes presépios!) e o envio de uma foto do presépio, através de uma das seguintes alternativas:

1. Publicar a foto anexando-a como “Comentário” de publicação que será colocada no facebook em breve ou
2. Enviar em anexo de e-mail para o endereço folhadom@gmail.com

As fotos dos presépios também poderão ser vistas na página de entrada do site da Paróquia, em www.paroquia-antas.pt


“Parabéns ao Menino Jesus” - reunião online

No dia de Natal, 25 de dezembro, pelas 15h30, vamos abrir uma reunião na aplicação informática zoom e convidamos à participação de cada paroquiano, através do seu computador, telemóvel ou tablet. Daremos algum intervalo de duração, entre 15 a 20 minutos, com a reunião aberta, para que todos possamos “sintonizar-nos”.
Este encontro em comunidade - simples, fraterno e virtual - será mais uma oportunidade de juntos festejarmos o aniversário do Deus Menino, cantando-lhe os Parabéns, fazendo uma pequenina oração, mostrando em direto os presépios que, para Ele, preparámos em Família…
A intenção é marcar esta data especial com um pequeno gesto, todos juntos, todos de casa.
Brevemente, colocaremos informação do link para acedermos a esta natalícia reunião via zoom, nos canais de comunicação habituais (folha dominical, página do facebook da Paróquia e site da Paróquia www.paroquia-antas.pt).

Concerto de Reis online

No dia 6 de janeiro de 2021 (quarta-feira), pelas 21h30, será transmitido online o Concerto de Reis da Paróquia de Santo António das Antas, através do canal do youtube.
Caso venha a confirmar-se a possibilidade de assistência ao vivo - com lugares limitados - daremos, com a devida antecedência, mais informações e instruções de inscrição, nos canais de comunicação habituais (folha dominical, página do facebook da Paróquia e site da Paróquia www.paroquia-antas.pt).

Alteração do horário das Eucaristias

 Alteração do horário das Eucaristias



segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Profecia da fraternidade



Pessoas com deficiência em Oração - 06-12 às 18h
Dia Internacional das Pessoas com Deficiência - 3 de Dezembro de 2020
Profecia da Fraternidade
As pessoas com deficiência em Oração
6 de Dezembro 2020 – 18h
A profecia nasce quando nos deixamos provocar por Deus:
Não quando gerimos a nossa tranquilidade e julgamos que controlamos tudo.
(…) Nasce se nos deixamos provocar por Deus.
Quando o Evangelho derruba as certezas, brota a profecia.
(…) Hoje em dia precisamos de profecia, mas da verdadeira profecia: não de eloquentes discursos que prometem o impossível, mas de testemunhos que o Evangelho é possível. (…) Precisamos de vidas que manifestem o milagre do amor de Deus.
Não de poder, mas de coerência.
Não de palavras, mas de oração. Não de proclamações, mas de serviço.
(Papa Francisco, 29 de Junho de 2020)
Profecia da Fraternidade - P. António Martins
Oração |Cânticos | Dança - Pessoas com deficiência
Dezena do terço - Pessoas com deficiência
Mensagem do Papa Francisco no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência Intenções e preces - Participantes
Conclusão final e Bênção – D. José Traquina

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Banco alimentar contra a fome do Porto



Recolha de alimentos na sede dos escuteiros das Antas- junto ao Centro Social das Antas
25- nov, 4f, das 19h às 22h

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

“ O PÃO DE SANTO ANTÓNIO”

 


«Estende a tua mão ao pobre» (Sir 7, 32): a sabedoria antiga dispôs estas palavras como um código sacro que se deve seguir na vida. Hoje ressoam com toda a densidade do seu significado para nos ajudar, também a nós, a concentrar o olhar no essencial e superar as barreiras da indiferença. A pobreza assume sempre rostos diferentes, que exigem atenção a cada condição particular: em cada uma destas, podemos encontrar o Senhor Jesus, que revelou estar presente nos seus irmãos mais frágeis (cf. Mt 25, 40).
Da Mensagem do Santo Padre Francisco
para o IV Dia Mundial dos Pobres
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Caros amigos,
Desde há vários anos que a Paróquia de Santo António das Antas promove o “Pão de Santo António” com a recolha de alimentos e/ou dinheiro para ajudar as famílias mais carenciadas da nossa Paróquia.
Este ano, associando-nos ao Dia Mundial dos Pobres, que será celebrado no dia 15 de novembro, e nestes tempos de Pandemia em que as dificuldades aumentam, vamos continuar com a recolha de bens alimentares, não perecíveis, como arroz, leite, açúcar, massa, feijão, grão, salsichas, conservas, azeite, óleo, bolachas, etc., que poderão ser entregues nos inícios das celebrações da manhã dos próximos fins de semana, 14 e 15, 21 e 22 de novembro, ou durante a semana na secretaria paroquial.
Se preferirem, poderão participar fazendo uma transferência bancária para a conta da Paróquia, através do NIB 0007 0000 0091 0488 0762 3.
Grato pela vossa participação,
Um abraço amigo,
P. José Lopes Baptista


domingo, 1 de novembro de 2020

EUCARISTIA EM DIRETO

 


Resolveu a Paróquia fazer uma transmissão online da Eucaristia dominical uma vez por mês. A primeira será no próximo dia 1 de novembro na Eucaristia das 11h00. Poderão aceder à celebração através do link https://youtu.be/xsnnEriydbo

domingo, 18 de outubro de 2020

Dia Mundial das Missões 2020



AGRADECIMENTO À CONFERÊNCIA VICENTINA DAS ANTAS

Sou uma estudante universitária, e eu e a minha família gostaríamos de agradecer o trabalho dos Vicentinos da Conferência de Santo António das Antas. O trabalho deste grupo é incrível e necessário na nossa sociedade, especialmente junto das famílias mais carenciadas e que, por vezes, têm receio de pedir ajuda. Quando a nossa família mais precisou, os Vicentinos estiveram lá.
Foi graças ao seu apoio que consegui completar o pagamento do meu aparelho ortodôntico, assim como na altura em que o meu pai precisou de comprar uns óculos, que se revelavam acima das nossas posses, a sua ajuda foi fundamental. Graças ao auxílio dos Vicentinos a nossa vida tornou-se um pouco mais feliz, pois sabemos que podemos contar com a sua presença e apoio.
Ainda hoje continuam a ajudar-nos a nível alimentar e essa ajuda é preciosa. Acredito que muitas outras famílias sentem a mesma gratidão e, por isso, e em nome da minha família, gostava de agradecer por tudo o que fazem. Não apenas a nível material mas também pelo apoio emocional que nos providenciam, por nos ouvirem quando mais precisávamos de falar. No mundo em que vivemos, por vezes o que mais falta é alguém para nos escutar e os Vicentinos fazem-nos sentir que não estamos sozinhos. Muito obrigada pelo trabalho de todos, também daqueles que não vemos, não conhecemos, mas sabemos que estão na retaguarda para que este grupo possa continuar a ajudar as pessoas mais fragilizadas a viverem melhor, com mais dignidade.
Família Ferreira